Há tempos, na verdade, desde sempre eu venho me provando. Não só para mim, mas para todos que me rodeiam. Sempre tentando apresentar-me da melhor forma possível, e, como tudo que fazemos na vida gera uma consequência, sofro com as cobranças por, toda vez, me acharem bom para determinada tarefa e ocasião. Esse texto não é uma demonstração da pouca soberbia que mantenho em mim, tampouco uma maneira de me vangloriar. É uma expressão pequena do meu descontentamento às críticas de pessoas que, nem ao menos, me conhecem, contudo as fazem e ainda se acham no direito de cobrarem e desdenharem.Uso do jargão de outro Leonardo, este era da Vinci, para empalidecer a pouca ira submergida em algumas partes destes dizeres: "Tão sombria a traição dos homens". Falsos, invejosos, de baixo nível crítico, hipócritas, mesquinhos, pobres de virtudes, medíocres, quem acham que são, para por baixo, criticarem, sequer, o andar de uma formiga? Se são tão menores que tais insetos, tão menores quanto vermes, tão irrisórios e dignos de pena quanto parasitas, todavia não deixam de sobreviverem do sucesso alheio, provando que são, SIM, meros parasitas.
E se tem algo que mais me coloca em aversão à pessoas como estas, é que necessitam conviver com uma figura maior para parasitarem e, inda assim, humilharem pelas costas com uma autoridade vaga, com críticas infundamentadas. A popular fofoca! Que visão futurística triste eu faço desses fracos, qual pedem de mim, porém tão pouco tem a oferecer e a dizer (para não ser nulo). À aqueles que algo bom tem a oferecer, a dizer, deixo a porta da minha mente aberta, para que sejam sinceros. Já, como diria Jabor, aos escrotos sociais, vão ter com os teus! Acabarem-se pra lá! Pois minha "casa" para vocês estará blindada. Às escórias, pouca glória. Minha vitória bebam outrora, comemorem o meu viver! Saudações.
